De entre este total, 40% responderam que começaram a trocar produtos por outros mais baratos, sendo que 34% admitiram que já tiveram de reduzir o consumo e 25% disseram que riscaram mesmo alguns itens da habitual lista de compras. “Alguns produtos agora só compro quando estão com uma boa promoção”, disse um dos 804 entrevistados, que também reconheceram mudanças no que diz respeito ao consumo de combustível.
Entre cortes em passeios
de fim de semana e trocas de carro por transportes públicos, 60% dos
inquiridos admitiram que já tiveram de adaptar os seus hábitos graças ao
aumento dos preços de gasolina e gasóleo. De entre o total de
entrevistas conduzidas, só 3% das pessoas disseram não ter ainda dado
conta de qualquer aumento de preços, seja em que sector for.
Ainda assim, 67% dos inquiridos defenderam que o Governo deve intervir para limitar a subida de bens essenciais e energia. Só 14% consideraram positiva a resposta do Executivo de António Costa à crise. À mesma pergunta, 46% dos inquiridos responderam de forma contrária — 23% disseram que esta gestão tem sido “má”; outros tantos preferiram superlativar e consideraram a atuação do Governo “muito má”.
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