A taxa de inflação homóloga avançou em Junho para 8,6% na zona euro, face aos 8,1% de Maio e aos 1,9% de Junho de 2021, estimou esta sexta-feira [1-Jul-2022] o Eurostat.
Segundo uma estimativa rápida do serviço de estatísticas da União Europeia (UE), a subida da inflação — medida pelo índice harmonizado de preços ao consumidor — continua a ser impulsionada pelo aumento homólogo dos preços do sector da energia (41,9%, face a 39,1% de Maio), seguindo-se o da alimentação, álcool e tabaco (8,9%, que compara com 7,5% de Maio), bens industriais não energéticos (4,3%, face a 4,2%) e dos serviços (3,4%, abaixo dos 3,5% de Maio)).
A taxa de inflação na zona euro e na UE tem vindo a acelerar desde Junho de 2021, puxada pela subida dos preços da energia, e a atingir valores recorde desde Novembro.
No caso português, os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de inflação voltou a acelerar em Junho para 8,7%, e para 9% no caso do indicador que permite comparações europeias, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC).
Segundo uma estimativa rápida do serviço de estatísticas da União Europeia (UE), a subida da inflação — medida pelo índice harmonizado de preços ao consumidor — continua a ser impulsionada pelo aumento homólogo dos preços do sector da energia (41,9%, face a 39,1% de Maio), seguindo-se o da alimentação, álcool e tabaco (8,9%, que compara com 7,5% de Maio), bens industriais não energéticos (4,3%, face a 4,2%) e dos serviços (3,4%, abaixo dos 3,5% de Maio)).
A taxa de inflação na zona euro e na UE tem vindo a acelerar desde Junho de 2021, puxada pela subida dos preços da energia, e a atingir valores recorde desde Novembro.
No caso português, os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de inflação voltou a acelerar em Junho para 8,7%, e para 9% no caso do indicador que permite comparações europeias, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC).
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