Além disso, 74% dos inquiridos portugueses consideram que a NATO mantém o país mais seguro, tornando a possibilidade de um ataque estrangeiro menos provável. Por sua vez, 7% acreditam que a aliança transatlântica não traz segurança ao país, enquanto 19% não souberam responderam à questão.»
Antes de continuarmos a ler e a propósito destes 7% que prefeririam sair da NATO, vale a pena somar as percentagens de votos obtidas pelo PCP e pelo BE nas últimas Legislativas (10-Mar-2024):
Somando as percentagens obtidas pelos dois partidos, temos 4,46% + 3,30% = 7,76%. Bate certo!
No extremo oposto, apenas 46% dos montenegrinos votariam a favor da pertença ao país na NATO, enquanto 33% votariam contra. Além do Montenegro, a Eslovénia, os Estados Unidos da América (país fundador da aliança), França e Grécia são os países que menos confiam na organização militar.
Em termos globais, em 2023, cerca de 50% dos cidadãos dos 32 Estados-membros sentem-se seguros no seu país, enquanto 35% apontam que não sentem segurança. Cerca de 63% dos inquiridos de todos os países indicaram que a invasão da Rússia pela Ucrânia aumentou os riscos de segurança no seu país.
No que concerne ao apoio à Ucrânia, 30% dos inquiridos “concordam totalmente” e 33% “concordam” com o envio de apoio militar a Kiev. Um total de 15% discordam ligeiramente com o envio de auxílio e 13% discordam totalmente.»
Eu gostava de saber o que é que estes 28% que não concordam (15% + 13%) com o envio de apoio militar para a Ucrânia propõem em alternativa... se é que propõem alguma coisa!

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